A MISTERIOSA MORTE DE MICHAEL JACKSON

Seis anos se passaram da morte de Michael Jackson, mas ainda existe muito mistério em torno dos fatos. MJ aparentemente sabia que seria assassinado e teria dito isso inúmeras vezes para sua família. O médico Conrad Murray, que administrou a dose letal de propofol no cantor, foi julgado em 2011 e condenado a 4 anos de prisão (mas permaneceu pouco tempo), e a morte de Michael foi considerada um mero acidente. No entanto, existem muitos outros motivos para se acreditar que a morte de MJ foi uma conspiração; LEIA O RESTANTE AQUI
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Chris Brown faz Um Grande Tributo Illuminati no BET Awards 2015

[ terça-feira, 30 de junho de 2015 | 8 comentários ]

Cerimônias de premiação, como o Grammy Awards, MVA, AMA e outros Awards, têm sido bombardeadas de simbolismo oculto nos últimos anos. Volta e meia, flagramos apresentações que ou parecem um tributo à Elite ou parecem promover alguma agenda específica, com uso de simbolismo oculto explícito ou mensagens distorcidas. Desta vez, Chris Brown foi o artista escolhido para fazer um "lindo e belo" tributo aos Illuminati no BET Awards 2015 no último domingo (28).

Assista ao vídeo abaixo:


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A Misteriosa Morte de Michael Jackson (6 Anos Depois)

[ segunda-feira, 29 de junho de 2015 | 6 comentários ]

Seis anos se passaram da morte de Michael Jackson, mas ainda existe muito mistério em torno dos fatos. MJ aparentemente sabia que seria assassinado e teria dito isso inúmeras vezes para sua família. O médico Conrad Murray, que administrou a dose letal de propofol no cantor, foi julgado em 2011 e condenado a 4 anos de prisão (mas permaneceu pouco tempo), e a morte de Michael foi considerada um mero acidente. No entanto, existem muitos outros motivos para se acreditar que a morte de MJ foi uma conspiração; em 2010, fizemos um post discutindo muitos deles. O que mudou desde então? Foi a morte de MJ um acidente ou foi o resultado de um ato criminoso planejado e premeditado pela Elite? O que podemos concluir?

Assista ao vídeo abaixo:


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Muse "The Handler" - Uma Música Sobre Um Escravo de Controle Mental cantando para Seu Manipulador

[ sábado, 27 de junho de 2015 | 11 comentários ]

"The Handler" da banda Muse é um dos vídeos musicais mais flagrantes sobre o controle mental Monarca já criados. No entanto, é preciso algum conhecimento básico sobre o assunto para entender o verdadeiro significado do vídeo. Aqui está uma análise em "The Handler". 

O vocalista do Muse Matt Bellamy nunca foi um estranho para temas relacionados com o controle mental da elite oculta. O álbum de 2009 da banda, "The Resistance", continha títulos como "Uprising" e "MKULTRA" que aludiam a temas obscuros relativos às teorias da conspiração. Após o sucesso do álbum, Muse obteve algum reconhecimento da indústria da música, participou nos Jogos Olímpicos de 2012 de Encerramento (que foi um grande ritual oculto da elite - leia meu artigo sobre isso aqui) e, desde então, a mensagem da banda mudou um pouco. Na verdade, Matt Bellamy começou declarando em 2006 que: 


"O 11 de setembro é claramente um trabalho interno, não há evidência maciça que sugere que isso foi permitido acontecer ou, ainda pior, deliberadamente feito para acontecer". 

– Drowned in Sound, Muse’s Matt Bellamy: “September 11 is clearly an inside job


Mas voltou atrás sobre o assunto em 2012: 


"Eu não acredito mais nisso, embora haja muitas questões a serem respondidas. Eu ainda leio muito sobre a história política, a influência das corporações e dos militares, mas eu me certifico de que estou lendo de fontes credíveis. Eu acho que meus pontos de vista políticos são um pouco mais apurados agora." 

– Metro, Muse’s Matt Bellamy: It’s only now I feel comfortable singing about love


Esses tipos de declarações, combinadas com um segundo álbum mais moderado, fizeram os fãs se perguntarem se a banda teria "se vendido" para a indústria da música. 

No entanto, o álbum mais recente da banda, "Drones", traz o Muse de volta às suas raízes de "resistência", e vai ainda mais longe no toca do coelho. "Drones" é na verdade um álbum conceitual que "acompanha a jornada do protagonista de abandono à doutrinação como um "drone humano" e de uma eventual deserção.

Matt Bellamy descreveu "Drones" como um álbum sobre a desumanização da guerra moderna:


"Para mim, drones são psicopatas metafóricos que permitem o comportamento psicopata com nenhum recurso. O mundo é dirigido por drones utilizando drones para nos transformar em drones. Esse álbum explora a viagem de um ser humano, desde o seu abandono e perda de esperança, à sua doutrinação pelo sistema para ser um drone humano, à sua eventual deserção de seus opressores."

– Gigwise, Muse announce Drones album and UK Psycho tour


 A capa do álbum "Drones" retrata um mestre 
das marionetes invisível que controla um drone 
que está controlando massas de drones. 

A sexta canção do álbum, intitulada "The Handler" (O Manipulador), descreve a doutrinação do protagonista... e essa doutrinação é claramente realizada através do controle mental Monarca (se você não sabe a que eu estou me referindo, leia este artigo primeiro). O vocabulário da música e do simbolismo do vídeo não poderia ser mais claro, tornando "The Handler" uma das referências mais claras para a programação Monarca na cultura popular até hoje. Vamos analisar o vídeo. 

The Handler 

A canção é sobre um escravo MK cantando para seu manipulador. Desde o início, as letras se referem ao controle mental baseado em trauma.


Você (você, você) 
Era meu opressor 
E eu (eu, eu)
Eu fui programado para obedecer

E agora (agora, agora) 
Você é meu manipulador
E eu (eu, eu) 
Vou executar suas ordens


O manipulador foi primeiro o "opressor", visto que ele submeteu o escravo a dor insuportável, tortura e trauma, a fim de induzir a dissociação. Uma vez que isso é realizado, o opressor torna-se o "manipulador", que programa um alter-persona que pode ser controlado à vontade. 

No vídeo, uma figura sombria em uma capa preta desempenha o papel do manipulador. Ele está saindo de uma estrutura estranha que parece ser o cérebro do escravo. Enquanto o manipulador atua como o mestre de cerimônias, imagens simbólicas giram em torno do cérebro do escravo. Todas elas se referem à programação monarca - e muitas delas são imagens reais de gatilho MK. 

Enquanto o Muse canta sobre o Manipulador, um bando de personagens 
simbólicos movem-se na frente dele. Aqui, uma lua crescente dentro de 
uma gaiola representa a prisão do escravo MK. 

 Então Alice no País das Maravilhas aparece. Esse conto de fadas é usado por 
manipuladores MK para programar escravos visto que eles são encorajados a 
"seguir o coelho branco através do espelho" no sentido de dissociação.

Aqui vemos Minnie Mouse (uma referência à programação Mickey Mouse) e, à 
esquerda dela, um baú cheio de borboletas monarcas voando ao redor. Pinóquio
 também faz uma aparição mais tarde. A história do boneco de madeira criado
 por um titereiro que se transforma em um "menino de verdade" repercute 
profundamente na programação MK. 

Outro item que aparece na frente do manipulador é um ursinho de pelúcia. Brinquedos de pelúcia e animais de estimação muitas vezes são dados aos escravos para que eles possam se relacionar com eles e obter algum conforto... para depois fazê-los viver o trauma de perder um ente querido. Mais tarde, veremos como isso se desenrola no vídeo.

A letra da canção menciona as principais etapas da programação Monarca. O refrão faz alusão ao objetivo final da programação Monarca: dissociação.


Deixe-me sozinho
Devo dissociar de você


A palavra "dissociar" aparece em letras gigantes acima do manipulador 
sombrio, enquanto Alice no País das Maravilhas gira ao redor. Isso
 não poderia estar mais relacionado com o MK-ULTRA.

Depois de serem submetidos a trauma intenso e tortura, os escravos MK são levados em direção à dissociação - é um mecanismo de defesa natural do cérebro, quando confrontado com trauma insuportável. Depois de dissociação, manipuladores têm "acesso" ao cérebro do escravo e podem criar alter-personas programáveis.

O segundo verso da canção refere-se ao estado do escravo após a programação. 


Eis aqui minha transformação


O vídeo mostra a palavra "transformation" escrita como "Trance 
Formation". É uma referência ao livro "Trance Formation of
 America" por Cathy O'Brien.

"Trance Formation of America" é um dos primeiros livros a revelar o sistema de controle mental Monarca utilizado pela elite oculta. Veja meu post sobre Cathy O'Brien aqui. Em sua biografia, O'Brien escreve: 


"Eu preparei esse livro para sua revisão e edificação relativas a uma ferramenta pouco conhecida que o "nosso" Governo dos Estados Unidos está secretamente, de forma ilegal, e inconstitucionalmente usando para implementar a Nova Ordem Mundial (Governo Mundial). Essa ferramenta bem documentada é uma forma sofisticada e avançada de modificação de comportamento (lavagem cerebral) mais comumente conhecida como controle mental. Meu conhecimento em primeira mão desta técnica altamente secreta do governo americano de guerra psicológica é desenhado a partir de minha experiência pessoal como uma escrava de controle mental "modelo presidencial" da Casa Branca.


O resto do segundo verso descreve a impotência de um escravo MK programado que não consegue evitar, mas obedece as ordens do manipulador. O escravo é um estranho em sua própria mente.


E você está autorizado a fazer o que quiser 
Minha mente estava perdida na tradução
E o meu coração se tornou uma máquina fria e impassível 


O terceiro verso é sobre o escravo se rebelando e tentando romper com sua programação.


Eu não vou deixar você controlar meus sentimentos mais 
E eu não vou mais fazer o que eu sou dito
E eu não estou mais com medo de andar sozinho 
Deixe-me ir
Deixe-me ser
Eu estou fugindo das suas garras
Você nunca vai me possuir novamente


Durante o terceiro verso, as coisas mudam na mente do escravo:
 Não há mais gaiola prendendo a lua, as borboletas monarca são
 libertas do baú e o manipulador é morto. 

No entanto, como a maioria das histórias sobre a programação Monarca, a vitória é mera ilusão.

À medida que a câmera se afasta, vemos outro manipulador maior acima do 
manipulador morto. No sistema MK, há níveis múltiplos de manipuladores. A maioria
 dos manipuladores MK são também escravos que são utilizados para realizar o traba-
lho sujo enquanto manipuladores de nível superior supervisionam todo o processo. 
Observe como o urso de pelúcia está pendurado agora de cabeça para baixo. 

Conclusão

"The Handler" é um dos vídeos musicais mais flagrantes sobre controle mental Monarca na cultura popular. No entanto, ao contrário de outros vídeos pop MK temático descritos neste site, a narrativa da história de Muse não glorifica a programação Monarca, mas vai de encontro a ela. Será que isso significa que, apesar de ter assinado com uma grande gravadora, o Muse é anti-elite e anti-indústria? 

Bem, isso não está claro. Como afirmado em um artigo no Pseudo-Occult Media, há uma dualidade que permeia a mensagem e o simbolismo das obras de Muse. Por um lado, alguns de seus trabalhos têm uma mensagem rebelde e revolucionária, mas, por outro lado, a banda só acrescenta mais ruído da elite oculta na mídia de massa, embora com uma perspectiva ligeiramente diferente. Embora o simbolismo do vídeo "The Handler" não poderia estar mais claro para alguém que entende sobre o controle mental Monarca, ele ainda está muito imcompreensível para os espectadores regulares (leia os comentários do YouTube do vídeo, você vai entender).

No final, o trabalho do Muse realiza o que o simbolismo faz de melhor: Ele revela coisas para aqueles que o conhecem e esconde daqueles que não conhecem. Por esta razão, cabe a nós sermos cidadãos vigilantes e compreendermos o que a mídia de massa está tentando nos vender. Caso contrário, você vai se transformar em drones que são controlados por outros drones.

Fonte: VC

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Imagens Simbólicas (maio & junho/15)

[ domingo, 21 de junho de 2015 | 20 comentários ]

 Miley Cyrus conseguiu mais uma vez ser o centro de uma polêmica ao posar nua
 em poses perturbadoras para a revista Paper Magazine. As poses são provavelmente
 referências à condição perturbada da mente de um escravo MK. Nesta imagem, os 
olhos brancos de Miley representa sua "cegueira" e o fato de ela ter "perdido" sua 
alma. Embora o terceiro olho na testa possa ter outros significados nas tradições 
orientais, aqui ele representa que ela está "selada" pela indústria Illuminati.

 O traço azul sobre sua sobrancelha foi uma 
forma de enfatizar o sinal do "um olho".

 Aqui Miley mostra um olhar confuso e robótico, suas pernas saindo da
 pirâmide mostra o quanto ela está mergulhada na agenda Illuminati.

 Esta imagem representa a divisão da personalidade dos escravos MK.

 Ela também postou esta imagem em
 seu Instagram. Parece que gostou.

Fazendo uma performance vestida de borboleta no Adult Swim Upfront 
Party - a borboleta é outra maneira de caracterizar os escravos MK.

"Eu nunca me esqueço de influenciar meus fãs".

Agora me explica que droga é essa?

A integrante do grupo Fifth Harmony Normani Kordei é a nova musa
inspiradora da linha de roupas Psylence. Esta imagem é do vídeo lançado
 para divulgar a coleção e este foi o resultado: o sinal do "um olho".

Fazendo um triângulo com a mão.


Mais uma vez.

O novo comercial do perfume de Katy Perry "Mad Potion" está 
cheio de referências à dualidade preto e branco e pentagramas, além
 do"olho que tudo vê".


Fka Twigs na capa da revista  Complex com um pilar estrategicamente colocado
 abaixo de seu olho. Na capa está escrito "Construído para durar"... porque quando
 você faz parte da Agenda, como FKA Twigs já é, você dura um pouco mais.

Modelo escondendo um olho na capa da revista Faerie.


Natasha Poly na capa da Vogue Russia coberta por várias
 borboletas uma estrategicamente pousada sobre sua boca 
como se estivesse a silenciando - programação monarca.


Marilyn Manson na capa da Rolling Stone 
México, fazendo o sinal do "um olho" mais vez.


Sylvester Stallone na capa da revista Du Jour.
Ele parece cansado de fazer o sinal do "um olho".

Esta capa é um pouquinho antiga (2010), mas mostra o músico 
Chris Watson com o rosto assustadoramente coberto por borboletas,
 incluindo um de seus olhos - novamente programação monarca.


O palco do Eurovision 2015 foi um olho gigante, o que é bem apropriado, pois o
evento é um concurso musical que visa encontrar o novo "fantoche Illuminati".


A cantora brasileira Anitta e um grande olho que tudo vê em sua blusa.


Esta manifestação da última Parada Gay em São Paulo causou bastante polêmi-
ca alvoroço entre religiosos nas redes sociais nas últimas semanas por retratar
 uma transexual "crucificada". Eu particularmente não me importei com isso, mas 
penso seriamente se aquele foi um ato genuíno ou uma manifestação fabricada 
por grupos políticos para fomentar no Brasil uma "guerra religiosa".


Na plaquinha "Basta de Homofobia com GLBT" 
 desenhos de olhos. Havia algum grupo por trás disso?


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Kesha acusa a Sony Music de permitir Seu Abuso

| 7 comentários ]

No ano passado, Kesha entrou com uma ação bombástica contra o produtor Dr. Luke (veja o artigo aqui). A cantora havia alegado ter sofrido abusos sexuais, físicos, verbais e emocionais durante um bom tempo. A ação dizia que Luke começou a assediá-la sexualmente quando Kesha assinou contrato para trabalhar com ele. Na época, a cantora tinha 18 anos e ele teria a obrigado a beber álcool e usar drogas para se tornar menos inibida.

Na semana passada, o caso ganhou mais um capítulo. A cantora incluiu a Sony Music Entertainment na ação. Segundo o The Hollywood Reporter, a gravadora fez vista grossa em relação ao tratamento que Dr. Luke teria dado a ela e que isso a teria colocado em "perigo físico". Ela ainda alega que a empresa é em parte responsável por ter dado ao produtor "uma plataforma para continuar seu abuso".

Na ação, é dito que Dr. Luke também abusou de outras e que a Sony deveria ser responsabilizada também.


A pop star Kesha Sebert continuou sua ação bombástica contra o  produtor Lukasz "Dr. Luke" Gottwald com uma queixa alterada que adiciona a Sony Music como réu por supostamente apoiar e ratificar o seu comportamento.

Na corte de Los Angeles, Kesha afirmou previamente que Luke, de 41 anos, deu drogas a ela, abusou dela, ameaçou tirar seus direitos de publicação e constantemente menosprezou sua aparência, conduzindo-a bulimia.

Ela agora voltou sua atenção para a Sony e alega em novos documentos obtidos pelo The Hollywood Reporter que as gravadoras estão desesperadas por "sensações pop" em meio a queda nas vendas e, assim, fizeram um "investimento substancial" - 60 milhões de dólares - no Dr. Luke por sua capacidade para desenvolver "talento cativante e criativo."

Mas Kesha, representada por Mark Geragos, afirma que há um custo para fazer negócios com o famoso produtor.

De acordo com a queixa alterada, a tendência de Dr. Luke de conduta abusiva era aberta e óbvia para os executivos [da Sony Music Entertainment], que ou conheciam a conduta e fecharam os olhos, não conseguiram investigar a conduta de Dr. Luke, não tomaram qualquer ação corretiva, ou ativamente esconderam o abuso de Dr. Luke."

Os representantes de Kesha alegaram que Dr. Luke abusou de outros e que a Sony deveria ser, em parte, responsável também.

"A conduta da SME colocou as artistas do sexo feminino de Jane Doe, incluindo a Sra. Sebert, em perigo físico, dando a Dr. Luke total controle criativo e empresarial, com recursos financeiros quase ilimitados, sobre jovens artistas do sexo feminino que, necessariamente, foram obrigadas a se tornarem dependentes de sua boa vontade." 

A denúncia alega ainda que Kesha reclamou sobre os termos de seus acordos com Dr. Luke - que ele não vai "renegociar, como ele prometeu e de acordo com o costume da indústria" - e que a Sony tem "ratificado" isso dando a Dr. Luke um contrato e uma "plataforma para continuar seu abuso."

"Com base no comportamento da SME, a SME forçou um relacionamento abusivo entre Dr. Luke e a Sra. Sebert até hoje ", diz a denúncia alterada.

Os novos documentos legais são os últimos de uma ampliação legal que iniciou em outubro passado.

Um juiz da Califórnia está preparado para fazer sua própria decisão sobre a possibilidade de pausar a ação da Kesha em favor de Dr. Luke, em Nova York, nos termos de uma cláusula no contrato de Kesha com Dr. Luke.

A queixa alterada de Kesha tem por objetivo ser disputada na Califórnia, porque, trazendo a Sony na história, os advogados de Kesha argumentam que esses acordos estão sem uma cláusula do fórum de Nova York. Os advogados de Dr. Luke disputam essa leitura do contrato.

Mas se ou não essa disputa for realmente sobre o dinheiro, a Sony vai agora ter de enfrentar alegações de que ela deve ser responsabilizada por abuso sexual, assédio sexual, violência de gênero e muito mais. A ação alterada também afirma que a Sony continua a apoiar Dr. Luke sobre a "conduta concebida para destruir a carreira de Sra. Sebert em retaliação por Sra. Sebert bravamente antecipar suas alegações de abuso."

Sony se recusou a comentar. "Este parece ser um esforço desesperado", responde Christine Lepera, advogado de Dr. Luke. "São conclusões sem fatos, e não há nada de novo. Eles estão tentando enredar a Sony e isso não vai funcionar."

- The Hollywood Reporter


Embora Kesha estivesse sob o forte controle de Dr. Luke e da Sony Music, já faz bastante tempo que ela mostrou sinais de que estaria querendo "acordar". Desde o lançamento do single "Die Young", em 2012, Kesha tem deixado escapar que não estava contente com o seu trabalho e que teria sido forçada a cantar essa música. Alguns meses depois, Kesha gravou uma música chamada "Dancing With the Devil" (Dançando com o diabo), que descreve bem sua relação com o manipulador Dr. Luke e com a indústria da música em geral. 

Esse tipo de abuso que Kesha alega ter sofrido parece ser norma na indústria da música. Para conseguir apoio dos executivos e obter sucesso desejado, o artista precisa realmente "dançar com o diabo", submetendo a tudo que eles querem. Já dissemos inúmeras vezes neste site que o artista tem pouco, ou quase nenhum, controle sobre sua carreira - isso vai da imagem ao estilo de música que eles apresentam - tudo é cuidadosamente fabricado. Mas não é apenas isso, o artista tem que, muitas vezes, submeter-se a "relacionamentos amorosos arranjados" a fim de conseguir o apoio necessário na indústria. Isso pode explicar o porquê de alguns casais tão discrepantes no meio artístico (Beyonce e Jay-Z, Mariah Carey e Tommy Mottola, nos anos 90).

Os representantes de Kesha alegaram ainda que Dr. Luke abusou de outras artistas sob o conhecimento da Sony. Embora essa alegação não seja referente a ela, o caso de Dr. Luke/Kesha nos lembra de Mariah Carey nos anos 90, que alegou ter sofrido abusos de seu ex-marido, na época presidente da Sony Music. Tommy era 20 anos mais velho que a cantora e agia como um manipulador. Os dois formavam um casal estranho, como se ela tivesse se sucumbido a se casar em troca do sucesso que fez. Quando decidiu se divorciar, Mariah percebeu que a Sony Music estava tentando sabotar sua carreira (assista ao vídeo sobre Mariah Carey aqui).

Até o momento, parece que Dr. Luke está saindo na frente na disputa judicial. O juiz pausou a ação de Kesha contra ele nesta semana. Dificilmente, Kesha conseguirá fazer alguma coisa contra uma gigante como a Sony e seus protegidos e, provavelmente, será retaliada mais à frente. Este foi mais um capítulo da série "Quando você se junta à indústria da música, você literalmente vende sua alma para eles".

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