O UNIVERSO PERTURBADOR DE MELANIE MARTINEZ

Se você já ouviu falar sobre Melanie Martinez, você provavelmente já deve ter se espantado com sua imagem excêntrica, dark, com grandes doses de melancolia, e extremamente infantil - um cruzamento bizarro entre Lana Del Rey e Miley Cyrus. Seus videoclipes são repletos de simbolismos ambíguos e imagens perturbadoras que ultrapassam os níveis da insânia. No entanto, um olhar mais profundo sobre seu trabalho e carreira revela que Melanie Martinez não é simplesmente uma artista que "se vestiu" de um personagem "infantil e melancólico". Sua imagem é apenas mais um produto do controle mental monarca na indústria. LEIA O RESTANTE AQUI

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O que aconteceu com Prince?

[ sábado, 23 de abril de 2016 | 7 comentários ]

A morte de Prince foi inesperada, envolta em mistério e cheia de fatos estranhos. Em suma, foi uma morte típica de Hollywood. O que aconteceu e por quê?

Prince era exatamente o oposto da maioria das estrelas pop de hoje: ele era imensamente talentoso, completamente original, totalmente envolvido na criação artística e extremamente franco - especialmente contra a indústria da música. Mais do que ser melhor do que outros, ele vivia em seu mundo próprio, flutuando em uma bolha gigante roxa, enquanto tocava seu violão de forma magistral.

Prince não era apenas um cantor - ele era compositor, multi-instrumentista, produtor musical e ator. Ele estava bem ciente dos trabalhos sobre a indústria da música e muitas vezes lutou batalhas amargas para preservar a integridade de seu trabalho, da sua imagem e de seu legado.

Enquanto sua personalidade enigmática e excêntrica nunca deixou de surpreender os seus fãs, a descoberta de seu corpo sem vida dentro de um elevador deixou o mundo com um enigma final: o que aconteceu? Antes de olharmos para essa morte, vamos olhar para a sua carreira.

Franco

Prince passou toda a sua carreira lutando contra a "tirania de sua gravadora",  o que provocou alguns momentos memoráveis. Em 1993, quando um acordo seu com a Warner Brothers não deu certo e deixou-o sem controle de seu trabalho e sem os avanços que foram prometidos, ele orquestrou uma rebelião que só Prince poderia pensar. Em um movimento desconcertante (e muitas vezes ridicularizado), Prince substituiu o seu nome com um símbolo impronunciável. As pessoas então tiveram que se referir a ele como "o artista anteriormente conhecido como Prince".

O Símbolo do amor na capa seu álbum de 1993. Embora o Prince nunca 
tenha explicado plenamente o significado deste símbolo (além de que isso
"veio ele durante meditação"), pode-se facilmente discernir uma amálgama 
dos símbolos "femininos" e "masculinos" cruzados por um instrumento
 parecido com uma trombeta. Pode ser uma representação visual da sua
 persona musical andrógina. 

Embora esse movimento tenha sido amplamente mal compreendido pelo público (e pela mídia), Prince claramente explicou a razão por trás disso.


O primeiro passo que tomei em direção ao objetivo final de emancipação dos laços que me ligam a Warner Bros. era mudar o meu nome de Prince ao Símbolo do amor. Prince é o nome que minha mãe me deu no nascimento. Warner Bros. tomou o nome, a marca registrada dele, e usou-o como a ferramenta de marketing principal para promover todas as músicas que eu escrevi. A empresa possui o nome Prince e toda a música relacionada comercializada sob esse nome. Eu tornei-me meramente um peão utilizado para produzir mais dinheiro para a Warner Bros...

Eu nasci Prince e não quis adotar outro nome convencional. O único substituto aceitável para o meu nome e minha identidade era o símbolo do amor, um símbolo sem pronúncia, que é uma representação de mim e sobre o que minha música é. Esse símbolo está presente em meu trabalho ao longo dos anos; é um conceito que tem evoluído a partir de minha frustração; é quem eu sou. É o meu nome. 

- Michael Heatley, Where were you... When the Music Played? 120 Unforgettable Moments in Music History.


Durante sua batalha legal com a Warner Brothers, Prince apareceu em público com a palavra "escravo" escrita em seu rosto.

Prince, com a palavra "escravo" escrita em seu rosto no
 Rockefeller Plaza, em Nova York, no dia 9 de julho de 1996. 

Prince também gostava de falar de questões impopulares, como "chemtrails", religião e moralidade. Aqui está uma entrevista de 2009 (vídeo sem legenda), onde ele fala abertamente sobre esses assuntos.


Vários anos mais tarde, Prince ainda estava batendo na mesma tecla. Em 2015, ele comparou artistas a "servos contratados com pouco controle sobre como suas músicas são usadas". Em uma rara interação com a mídia, Prince declarou:


"Contratos com gravadoras são assim - eu vou dizer a palavra - escravidão. Eu diria a qualquer jovem artista ... não assine."


Prince disse essas palavras em agosto de 2015, em seu Paisley Park Studios em Minneapolis. Menos de um ano depois, ele foi encontrado morto nesse mesmo local.

Estranhas Circunstâncias em Torno de Sua Morte

Como é o caso da maioria das mortes inesperadas de celebridades, ficam muitas informações, desinformações, rumores, boatos e relatos conflitantes no ar. Aqui está um resumo rápido de seus últimos dias. Até o momento da escrita deste artigo, a causa de sua morte era desconhecida.


Em 7 de Abril, 2016, Prince adiou duas apresentações de seu Piano & A Microphone Tour, no Teatro Fox, em Atlanta; o local divulgou um comunicado dizendo que ele estava "lutando contra a gripe". Ele remarcou do show de 14 de abril, embora ainda não estivesse se sentindo bem. Durante o vôo de volta para Minneapolis na manhã seguinte, seu jato particular fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Quad City em Moline, Illinois, para que ele pudesse procurar tratamento médico. Representantes afirmaram que ele sofria de "desidratação severa" e estava lutando contra a gripe durante várias semanas. Prince foi visto em público na noite seguinte, quando fazia compras no Electric Fetus em Minneapolis, no dia do Record Store Day, e fez uma breve aparição numa festa de dança no complexo de seu estúdio de gravação Paisley Park em Chanhassen, Minnesota, afirmando que estava se sentindo bem. 

Ele participou de uma apresentação do cantor Lizz Wright no Dakota Jazz Club em 19 de abril de 2016.

Em 21 de Abril, 2016, Prince foi encontrado inconsciente em um elevador em Paisley Park, que também serviu como sua casa em Minnesota.

Uma chamada para o 911 foi feita às 9:43 a.m; ele não respondeu às tentativas de reavivamento por equipes de emergência e foi declarado morto às 10:07.

Ele estava com 57 anos de idade. 


Embora estivesse supostamente "lutando contra a gripe", Prince estava ativo e saudável o suficiente para assistir a shows e fazer alguns shows. As coisas tomaram um rumo misterioso no dia 15 de abril, quando seu jato particular fez um pouso de emergência em Moline, Illinois - mesmo quando ele estava aproximadamente 40 minutos de seu destino final.

Segundo algumas fontes, Prince foi tratado por overdose.


Várias fontes em Moline nos dizem, Prince foi levado para um hospital e os médicos deram-lhe uma "injeção de salvamento"... normalmente administrada para neutralizar os efeitos de um opiáceo.

Nossas fontes ainda dizem que os médicos aconselharam Prince a ficar no hospital por 24 horas. Sua equipe exigiu uma sala privada, e quando eles foram informados de que não era possível... Prince e cia decidiram pagar. O cantor foi dado alta 3 horas depois de chegar e voltou para casa.

Fomos informados de que quando Prince saiu ele "não estava se sentindo bem." Sabemos que as autoridades de Minnesota estão tentando obter os registros hospitalares de Moline para ajudar a determinar a causa da morte.

Fizemos mais de uma dúzia de tentativas para chegar à equipe de Prince para comentar o assunto, mas eles não se pronunciaram. 

- TMZ, Treated for a Drug Overdose Days Before Death


Curiosamente, cada vez que há uma morte estranha de celebridade, a palavra "overdose" é jogada quase que imediatamente.

No dia seguinte, Prince apareceu em um show e, um tanto profeticamente, disse:


"Espere alguns dias antes de gastar suas orações."


No mesmo dia, um site de fofocas populares enigmaticamente anunciou que uma celebridade famosa afro-americana tinha AIDS.


MediaTakeOut.com acabou de receber a notícia de que uma celebridade afro-americana muito popular - que esteve recentemente no noticiário - tem agora o que está sendo descrito como AIDS. Obviamente, visto que não somos capazes de confirmar 100% a história - vamos deixá-la como um Item Cego. Queremos deixar claro que não estamos falando sobre Magic Johnson.

Este relatório realmente machucou o nosso coração.

De acordo com uma pessoa extremamente perto da situação, a celebridade, que é conhecida por ter um passado sexual muito extremo teria contraído a doença em algum momento na década de 90. Ele manteve a doença tranquila, mas começou a tomar a sua medicação religiosamente até cerca de dois anos atrás. Aqui está o que nos foi dito por uma pessoa de dentro do entretenimento muito confiável:

Ele [a celebridade] acreditava que estava curado, e ele tinha algumas pessoas loucas [religiosas] que lhe disseram que Deus o curou. Então ele parou de tomar a medicação e a doença voltou. Agora os médicos dizem que ele está morrendo, e não há nada que alguém possa fazer a respeito disso."

Fomos informados de que se espera que a celebridade fique mais e mais doente, e, eventualmente, morra. Pode vir a acontecer tão rápido quanto o verão.

- Mediatakeout.com, Insider Claims that a VERY POPULAR African-American Celebrity... Is Stricken with Aids... not HIV


Alguns dias mais tarde, Prince é encontrado dentro de um elevador em seu estúdio.  

Fato estranho: uma das canções mais famosas de Prince é "Let's Go Crazy". Não ao contrário de grande parte de suas letras, a letra dessa canção pode se referir a suas crenças cristãs, onde ele usa a palavra "de-elevador" para se referir ao diabo. Ele canta:


E se o "de-elevador" tentar derrubá-lo
Enlouqueça - soque um piso superior


E depois:


E quando morrermos
Pra que serviu tudo isso?
É melhor viver agora
Antes do ceifador vir bater à sua porta

Diga-me, nós vamos deixar o de-elevador nos derrubar?
Oh, não, vamos lá!


Em um ambiente morbidamente simbólico, o corpo de Prince foi encontrado dentro de um elevador. Será que o "de-elevador" finalmente o derrubou?

Uma grande quantidade de fatos precisam ser verificados e perguntas precisam ser respondidas, porém uma coisa é certa: quando as coisas são sombrias, a verdade, muitas vezes, permanece na sombra.

Fonte: VC

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Ladies' Code "Galaxy" está celebrando a Morte de Dois Membros do Grupo?

[ sexta-feira, 22 de abril de 2016 | 6 comentários ]

O grupo K-Pop Ladies' Code enfrentou uma tragédia em 2014 quando dois dos cinco membros do grupo perderam a vida em um acidente de carro. "Galaxy", o primeiro vídeo feito com os três membros que sobraram, é bastante estranho... porque ele é todo sobre uma comemoração em torno do número três.

O K-Pop (Korean Pop) é basicamente o resultado da elite oculta implementando a agenda distorcida da indústria da música na Ásia, com seu simbolismo, obsessão com o controle mental e até mesmo rituais obscuros. Por trás disso é uma indústria de entretenimento particularmente abusiva, que está repleta de acusações de abuso mental, físico e sexual. Em 2009, até mesmo uma atriz coreana revelou que estava sendo usada como uma escrava sexual (e, em seguida, ela cometeu suicídio).

Embora não haja escassez de conteúdo Illuminati no K-Pop (veja os artigos anteriores sobre o tema), o caso de Ladies's Code é particularmente sombrio e enigmático. O vídeo que precedeu a morte dos membros RiSe e EunB foi surpreendentemente profético, enquanto o vídeo após a tragédia é comemorativo de uma forma estranha. Vamos olhar para o percurso estranho do grupo e o significado simbólico do novo vídeo "Galaxy", de Ladies' Code.

Claramente Controladas 

No meu primeiro artigo sobre Ladies' Code (escrito um ano antes do acidente de carro fatal), expliquei como o vídeo "Hate You" foi uma compilação de simbolismo de controle mental. O vídeo, de fato, retratou os membros do grupo como escravos MK usando clássicos simbolismos de controle mental Monarca. Aqui estão alguns exemplos.

O vídeo continha imagens simbólicas gritantes de controle mental como esta: 
Uma menina presa em uma sala, contando dias, como uma prisioneira, e rodeada
 por bonecas, que representam múltiplas personas. Borboletas piscam
 rapidamente na tela - uma referência ao controle mental Monarca. 

Como uma escrava MK literalmente amarrada ao seu manipulador.
 Apenas mais um dos incontáveis ​​"tableaux" MK no vídeo. 

Em 3 de setembro de 2014, o grupo se envolveu em um acidente de carro violento que tirou a vida dos membros RiSe e EunB.

 Memoriais de RiSe e Eunb. 

O acidente ocorreu logo após o grupo lançar o single "Kiss Kiss". E, como explicamos no artigo Foi a Morte das Artistas K-POP EunB e RiSe Prenunciada em Seu Último Vídeo?, o vídeo era profético de uma forma estranha (também explicamos as circunstâncias misteriosas que cercaram o acidente).

No vídeo, os membros do grupo visitam um cara morto 
em um caixão. Quando EunB aproxima-se desse cara, ele se 
levanta e a beija. Ela recebeu literalmente um beijo de morte. 

Mais tarde, nós a vemos como um alvo enquanto ela faz 
o sinal do um olho. Pura cena de sacrifício Illuminati. Ela 
morreu apenas um mês após o lançamento desse vídeo. 

RiSe (o outro membro que morreu de acidente de 
carro) beija um sapo amarelo com bolinhas pretas. 

Vemos mais tarde que pontos pretos no amarelo significa morte. 
Portanto, a RiSe também beijou a morte. O nome da música? Kiss Kiss. 

Depois a vemos amarrada a uma cadeira, enquanto rola em direção 
a uma parede. RiSe morreu após uma van colidir contra um muro. 

Você poderia dizer que essas previsões são na verdade o resultado de uma infeliz coincidência. Embora isso seja possível, "Galaxy", o vídeo de retorno dos três membros restantes, só aumenta a bizarrice.

MYST3RY

Após a morte de EunB e RiSe, o grupo tornou-se um trio - um grupo com 3 membros. Por coincidência, o primeiro álbum lançado por esse trio é todo relacionado ao número 3. A temática do 3 começa com o nome do álbum, Myst3ry e o álbum contém 3 músicas.

A capa do álbum apresenta o novo logotipo do grupo: 
Um formato triangular tridimensional (3 lados). O título 
do álbum também contém o número 3 invertido. 

O encarte do CD contém imagens enigmáticas e 
palavras como "Aqui Brilha o Universo Escuro". Será 
uma referência ao mundo sombrio da elite oculta? 

Em outra página do encarte, vemos o gatilho de um revólver
 que está sendo puxado por uma ferramenta de laboratório. Aqueles 
que "puxaram o gatilho" no sacrifício não relaram a mão no gatilho. 

O primeiro vídeo do álbum, "Galaxy", centraliza-se no número 3 ainda mais, e o resultado é bastante preocupante. O vídeo apresenta os três membros restantes do grupo - que parecem bastante deprimidas - em uma variedade de cenas que fazem as lembrar que duas delas estão mortas e que apenas três delas sobraram. É como se os manipuladores do grupo estivessem zombando delas as colocando em cenas simbólicas comemorando a morte de suas amigas.

Você poderia argumentar que as meninas estão expressando, em sua própria maneira artística, sua dor. O problema é que o K-Pop (e principalmente a música pop), entretanto, não funciona assim. Artistas têm pouca ou nenhuma palavra a dizer sobre o conteúdo de seu trabalho. Eles executam o que lhes é dito para executar e é apenas isso.

Não ao contrário de vídeos anteriores do grupo, há uma vibe estranha acontecendo.

O vídeo começa com os membros jogando xadrez 
para três jogadores em uma tabuleiro triangular. 

Desde o início, vemos as meninas sendo forçadas a encarar o fato de que há apenas três delas que sobraram. O jogo de tabuleiro triangular invoca a ideia de que não há espaço para mais ninguém.

Mais tarde no vídeo, vemos um rei vermelho que está sendo 
derrubado no tabuleiro dualista (claro e escuro). No simbolismo 
oculto, isso representa sacrifício ritualístico. 

O mesmo códigos de cores e simbolismos são encontrados na capa do
 álbum "Blood on the Dance Floor" de Michael Jackson. A partir do nome
 do álbum, com o simbolismo oculto, essa capa é sobre sacrifício ritualístico.
 Fato bônus: a faixa preta no seu braço significa luto. 

Para se certificar de que você entenda que "Galaxy" é sobre simbolismo Illuminati, o vídeo apresenta dois sinais claros do "um olho".

Dois sinais rápidos do "um olho" permitem que os 
telespectadores saibam que há um significado oculto no vídeo. 

Mais uma vez. 

O resto do vídeo mostra objetos em grupos de três - incluindo as próprias cantoras.

Três tesouras. 

Três cubos com o número 3 para cima. 

Existem muitas outras ocorrências do número três ao longo do vídeo. Uma em particular é bastante preocupante.

Nesta cena coreografia, na frente de um triângulo gigante,
 as três meninas do Ladies' Code estão de pé enquanto duas dançarinas 
permanecem abaixadas. Será uma referência as duas que morreram? 

Durante todo o vídeo, as meninas estão à espera de uma chamada telefônica em um telefone que só pode discar o número 3.

Formando um triângulo ao redor do telefone, 
as meninas esperam por uma chamada. 

O fato de que o telefone só pode discar um número é uma representação apropriada das condições de vida dos escravos da indústria. Cortados do mundo, esses artistas são cuidadosamente geridos por seus manipuladores, que os exploram à exaustão e os forçam a fazer vídeos que retratam a sua própria servidão. Quem esses escravos podem chamar quando precisarem de ajuda? O número 3 e é só ele.

Quando o telefone finalmente toca, as meninas o atendem e depois saem rapidamente. Talvez seja seus manipuladores chamado.

Conclusão

Depois de lançar os vídeos "Hate You" (que é sobre o controle mental Monarca) e "Kiss Kiss" (prenunciando a morte de dois membros do grupo), Ladies' Code fez um retorno desconcertante com "Galaxy". Simplesmente considerando o fato de que existem três membros no grupo porque dois deles morreram, celebrar o número 3 é mais do que perturbador. Essa sensação é amplificada quando se compreende a mentalidade da elite oculta que controla a indústria, que está imersa em rituais, numerologia, simbolismo, controle mental e o poder de sacrifício.

Numa questão velada e simbólica, a elite oculta revela suas ações obscuras, exultando sobre o fato de que ninguém está nem ao menos tentando impedi-los. Ladies' Code incorpora e exibe todas as obsessões da elite tão descaradamente que o grupo deveria ser renomeado como... "Elite's Code".

Fonte: VC

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Réplicas do Templo de Baal são Apresentadas em Nova York e Londres e uma Data Oculta Importante

[ segunda-feira, 11 de abril de 2016 | 26 comentários ]

No dia 19 de abril de 2016, que é o dia ocultista do "sacrifício de sangue a Baal", réplicas do Templo de Baal serão apresentadas em Nova York e Londres.

Reproduções do arco de 15 metros que formaram a entrada do Templo de Baal em Palmyra, na Síria, serão instaladas na Times Square, Nova York, e na Trafalgar Square, em Londres, no dia 19 de abril. As ruínas da estrutura original foram destruídas pelo ISIS no ano passado.

O Templo de Baal em Palmyra (antes da destruição).


"O templo foi sistematicamente arrasado, com o arco de 15 metros de altura entre os poucos restantes elementos do edifício que ainda estão de pé. O templo, dedicado em 32 d.C., ao deus mesopotâmico Bel, atraiu 150.000 turistas por ano até 2011, quando a guerra civil na Síria começou. As réplicas em escala real, agora em construção na China, vão ficar na Trafalgar Square, em Londres, e na Times Square, em Nova York, durante a World Heritage Week em abril de 2016.

O projeto vem após pesquisadores do Instituto de Arqueologia Digital - um esforço da Universidade de Harvard, Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e do Museu do Futuro de Dubai - embarcarem em uma "Projeto Imagem Milhão" para obter dados fotográficos em 3D para reconstrução do arco digitalmente. Os modelos de grande escala estão sendo recriados com a maior impressora 3D do mundo, e feito de pó de pedra e materiais compostos. As estruturas serão temporárias.

Elas são destinadas a mostrar um desafio contra os esforços do ISIS em apagar a história pré-islâmica do Oriente Médio e para demonstrar como a nova tecnologia pode ser usada em arqueologia."

- UPI, Palmyra, Syria, Arch Threatened by Slamic State to Be Recreated in London, NYC


Apesar das declarações corajosas de "desafio" contra o ISIS e histórias comoventes sobre o significado emocional do templo para os moradores, nos meios de comunicação, há muito mais em jogo aqui. O ISIS também destruiu as antigas cidades de Nimud e Hatra no Iraque, o santuário Shagraf e o mosteiro St. Elian em Homs - mas é o Templo de Baal que está sendo homenageado, nos dois "pontos de energia" mais significativos do mundo hoje. Por quê? Porque Baal é uma figura importante na mitologia da elite oculta. E ele é comemorado em um dia específico e violento.

O Culto a Baal Nunca Morreu 

Baal (também conhecido como Moloque/Enlil) é um deus antigo que era adorado por civilizações em todo o Levante.


Baal era o nome do deus supremo adorado na antiga Canaã e Fenícia. A prática do culto a Baal infiltrou-se na vida religiosa judaica durante o tempo dos juízes (Juízes 3:7) e tornou-se comum em Israel durante o reinado de Acabe (1 Reis 16:31-33) e também afetou Judá (2 Crônicas 28:1-2). A palavra Baal significa "senhor"; o plural é Baalim. Em geral, Baal era um deus da fertilidade, que se acreditava permitir que a terra produzisse plantações e pessoas procriassem. 

-gotquestions.org, Who was Baal?


O culto a Baal era particularmente brutal visto que envolvia sacrifícios humanos - especialmente os de recém-nascidos.


O culto a Baal estava enraizado na sensualidade e envolvia a prostituição ritualística nos templos. Às vezes, para apaziguar Baal era necessário sacrifício humano, geralmente do primogênito daquele que estivesse fazendo o sacrifício (Jeremias 19:5). Os sacerdotes de Baal recorriam ao seu deus em ritos que incluíam gritos de êxtase e lesões auto-infligidas (1 Reis 18:28). 

-Ibid.


Sacrifício de crianças a Baal/Moloque. 

Passagens bíblicas antigas descrevem claramente sacrifícios humanos feitos para Baal.


"E eles edificaram os altos de Baal, que estão no Vale do Filho de Hinom, para fazer com que seus filhos e suas filhas passem pelo fogo a Moloque" (Jeremias 32:35).



"Eles edificaram os altos de Baal para queimarem seus filhos como oferta a Baal" (Jeremias 19:5).


A elite oculta de hoje ainda observa esses ritos, mas com uma grande diferença: eles agora são realizados sobre os civis inocentes e se espalharam pelo mundo através dos meios de comunicação. Alimentados e amplificados pelo medo e pelo trauma das massas, esses mega-rituais são vistos por todos, mas apenas celebrados pela elite oculta. Mais do que nunca, estamos lidando com Magia Negra.

19 de abril - Sacrifício de Sangue à Besta 

Três anos atrás, publiquei um artigo intitulado Fim de abril: Época de Sacrifício Humano onde expliquei como a segunda quinzena de abril foi um período particularmente "mágico" e violento que culminou no 1º de maio - o feriado Mayday no hemisfério norte. A data oculta de 19 de abril foi especificamente mencionada.


19 de abril a 1º de maio - Sacrifício de Sangue à Besta, um período de 13 dias mais críticos. Sacrifício de fogo é requerido em 19 de abril. 19 de abril é o primeiro dia dos 13 dias de rituais satânicos relativas ao fogo - deus do fogo, Baal, ou Moloque/Ninrode (o deus Sol), também conhecido como o deus romano, Saturno (Satanás/Diabo). Esse dia é um grande dia de sacrifício humano, exigindo-se sacrifício de fogo com ênfase em crianças. Esse dia é um dos mais importantes dias de sacrifício humano, e assim alguns eventos históricos muito importantes têm ocorrido nesse dia. 

- Occult Holidays and Sabbaths, Cutting Edge


 Aqui está uma pequena lista de eventos terríveis que ocorreram durante a segunda quinzena de abril.

  • 19 de abril de 1993 - Massacre de Waco: Um ataque do FBI causou o incêndio do composto de uma seita chamada Branch Davidians, matando 76 homens, mulheres e crianças.
  • 19 de abril de 1995 - atentado de Oklahoma City - 168 pessoas mortas.
  • 20 de abril de 1999 - Massacre de Columbine High School - 13 pessoas mortas, 21 feridos. 16 de abril de 2007 - Massacre de Virginia Tech - 32 mortos, 17 feridos. 
  • 16 de abril de 2013 - Explosões na Maratona de Boston - 3 mortos, 107 feridos. 
  • 18 de abril de 2013 - explosão de fábrica de fertilizantes, Texas - 5-15 mortos (Note que esse evento ocorreu quase exatamente 20 anos após o Massacre de Waco, que é na mesma área. Além disso, em 16 de abril de 1947, um navio carregado com nitrato de amônia atracou no porto de Texas City e explodiu em chamas, causando uma enorme explosão que matou cerca de 576 pessoas).
Sabendo desses fatos, será uma coincidência que uma réplica do Templo de Baal será erguido no dia 19 de abril? A elite oculta é toda voltada a simbolismo e numerologia. Nada é coincidência.

A Elite Oculta Comemora 

No dia 19 de abril, réplicas da entrada do Templo de Baal serão apresentadas nas duas mais "poderosas" e visitadas praças no mundo hoje: Times Square e Trafalgar Square. Essa celebração de uma semana de Baal acontecerá durante o seu próprio "feriado", que é muitas vezes celebrado com a morte. Nesse atitude ousada, a elite oculta está mostrando sua verdadeira face e simbolicamente convida o mundo para entrar na porta de seu mundo oculto obscuro.

Então, não. Isso não se trata de "arquitetura" ou "desafiar o ISIS". Várias ruínas antigas de valor inestimável foram destruídas por vários grupos islâmicos nos últimos anos. Apenas Baal vai continuar em pé em Nova York e Londres.

Fonte: VC

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Filme "American Ultra: Armados e Alucinados" - Outra Tentativa de fazer o MKULTRA parecer Legal

[ quinta-feira, 7 de abril de 2016 | 11 comentários ]

O filme americano "American Ultra: Armados e Alucinados" é baseado no projeto real da CIA, o MKULTRA, que visa criar escravos de mente controlada. Embora essa premissa seja terrível, o filme, no entanto, retrata o controle mental da CIA como algo que é legal e até mesmo "rebelde". É mais uma tentativa da mídia de massa de fazer o controle mental legal.

Atenção: spoilers colossais à frente!

"American Ultra: Armados e Alucinados" é um filme estranho. Embora a história gire em torno das experiências terríveis que a CIA realiza em sua própria população, isso é transmitido com humor, transformando todo o assunto em uma piada. Não é só isso, o filme retrata o controle mental da CIA como algo que é legal - embora seja exatamente o oposto disso.

Dê uma olhada no cartaz do filme acima: Um escravo MK e um manipulador da CIA vestindo óculos bacanas, segurando armas e agindo como "fodões". Existe algo menos rebelde do que um escravo que perdeu completamente seu livre-arbítrio e um manipulador da CIA juntos? Os dois são peões do sistema da elite. Esse é um outro caso de duplo sentido e, se você anda lendo nosso blog Knowledge is Power, você sabe que fazer o controle mental legal e aceitável é uma parte importante da Agenda. Antes de analisarmos o filme, vamos entender no que ele se baseia.

MKULTRA

O Projeto MKULTRA - programa de controle mental da CIA - foi o codinome dado a um programa ilegal de experimentos em seres humanos. Embora seja dito que o programa oficialmente foi interrompido, alguns denunciantes afirmam que o programa ainda é secretamente realizado sob o uso de outros nomes, tais como controle mental Monarca (leia o artigo sobre isso aqui).

Imagem divulgada do MKULTRA, 1961. O subtítulo diz: "mulher branca 
não identificada com idade entre 8 e 10 anos de idade. O sujeito foi submetido a
 6 meses de tratamento com altas doses de LSD, eletrochoque e privação sensorial.
 Experimentos sob o codinome: MKULTRA do começo dos anos 60. A memória 
do sujeito foi apagada e seu cérebro é o de um bebê recém-nascido." 

Como você pode ver, o controle mental da CIA não é legal de jeito nenhum. Na verdade, ele é um dos programas mais tortuosos e horríveis já concebidos. Com base em abuso sexual, trauma, tortura, confinamento, intoxicação, hipnotismo, lavagem cerebral e outros métodos tortuosos, o controle mental, literalmente, destrói a vida do escravo nas mãos de frios manipuladores sádicos sem coração. Os escravos são, então, programados para executar várias tarefas, como tornar-se escravas sexuais, mulas de drogas ou, como no caso do filme "American Ultra", assassinos treinados. Em termos de controle mental Monarca, a "programação assassino" é referida como programação Delta.


DELTA é conhecida como programação "assassino" e foi originalmente desenvolvida para formação de agentes especiais ou soldados de elite (ou seja, Delta Force, Primeiro Batalhão da Terra, a Mossad, etc) em operações secretas. A ótima saída adrenal e a agressão controlada são evidentes. Os indivíduos são desprovidos de medo e são muito sistemáticos na realização de sua missão. Instruções de autodestruição ou suicídio são colocadas nesse nível.

- Ron Patton, Project Monarch


Os escravos Delta estão "dormindo" até que eles são "ativados" por um gatilho - geralmente uma série de palavras ou imagens.


Os escravos Delta são alters treinados para realizar missões especiais, resultando em morte. O Delta que estiver inativo está dormindo. Eles devem ser ativados. A programação para ativá-los será acionada se uma missão for dada ou se certas partes das partes mais profundas do sistema forem adulteradas. 

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula To Create A Mind Control Slave 


Produtos desse programa se tornam máquinas de matar literais, treinados em várias formas de combate e alguns até mesmo desenvolvem percepção extrassensorial (PES).


Deltas serão treinados em combate corpo a corpo e conhecem certos lugares vulneráveis ​​para matar pessoas, incluindo quebrar o pescoço. O treinamento incluia uma grande quantidade de treinamento com armas. 

- Ibid.


Embora as repercussões de suas ações sejam muito reais, os escravos não são capazes de distinguir a realidade da ficção.


O pensamento deles é enterrado em contos de fadas. Eles são programados para se verem em contos de fadas, eles são programados para não verem seus manipuladores ou o rosto de qualquer outra pessoa. Esses alters não têm a chance de entender o que eles estão fazendo.   

- Ibid.


Por último, se esses escravos se tornarem problemáticos, a única solução para eles é a morte.


Se os programadores temerem que a programação do escravo irá se romper - e isso acontece em parte devido ao abuso severo que eles recebem desses programadores/manipuladores sádicos, então eles vão simplesmente dar ao escravo uma tarefa na qual o escravo vai acabar morrendo, ou seja, uma missão suicida. 

- Ibid.


Portanto, embora não seja realmente mencionado, o "herói" de "American Ultra" é um escravo MK cujos "superpoderes" são o resultado de trauma e abuso. Ele exibe todas as características descritas acima, mas tudo é mostrado de um jeito divertido, glorificado e com entretenimento. Em suma, a CIA está tentando vender a você seu programa mais repugnante.

Embora a programação Delta seja horrível e utilizada para realizar assassinatos políticos e até fuzilamentos em massa (sim, você leu certo), "American Ultra" transforma tudo em um excelente divertimento para adolescentes.

Vamos analisar o filme.

American Ultra 

O herói do filme é Mike Howell (interpretado por Jesse Eisenberg), um drogado estereotipado que é propenso a ataques de pânico. Ele vive com sua namorada Phoebe Larson (interpretada por Kristen Stewart), com quem ele quer se casar mais do que qualquer outra coisa no mundo. Mais tarde no filme, ficamos sabendo que ela é seu manipulador MKULTRA, quando ela anuncia claramente a ele:


"Eu sou sua manipuladora."


Ainda não ciente desse fato, Mike está loucamente apaixonado por Phoebe e quer pedi-la em casamento. Seu amor por sua namorada é um pouco obsessivo, quase como se ele estivesse... programado para amar seu manipulador.

Várias vezes durante o filme, Mike olha para o anel que 
ele quer dar a sua namorada e fica "viajando". A primeira vez 
que faz isso, ele queima os omeletes que estava fazendo. 

Em uma cena, vemos a tatuagem do casal. Não é novidade que é 
um olho que tudo vê. Embora isso pareça ser uma coisa romântica,
 ela representa a relação escravo/manipulador entre os dois.

Controlado pelo Governo

Mike quer levar sua namorada a uma viagem, mas sua programação não lhe permite fazer isso.

 No aeroporto, Mike recebe um ataque de pânico pesado, 
deixando-o fisicamente incapaz de embarcar no avião.

Nós ficamos sabendo mais tarde que esse "ataque de pânico" foi realmente a programação MKULTRA impedindo-o de sair da cidade. Em seu caminho de volta para casa, percebemos que Mike está sendo monitorado por autoridades estatais.

Mike e Phoebe são parados por um policial que os conhece
 muito bem. Na verdade, ele até pergunta a Mike se ele teve "um de seus
 episódios". Mike não consegue escapar do olho que tudo vê da elite.

A principal fuga de Mike de sua rotina do dia-a-dia (que é toda configurada para ele pela CIA) é desenhar quadrinhos.

 Mike criou o Apollo Ape, um "macaco astronauta que sai em aventuras".

Embora Mike esteja "adormecido", seu alter Delta está inconscientemente refletido nas aventuras violentas do Apollo Ape. Como dito acima, quando os escravos MK são acionados, as coisas se transformam em um conto de fadas surreal. Os quadrinhos de Mike refletem sua lembrança distorcida de quando ele foi acionado.

Embora ele não tenha sido accionado há anos, Mike está, no entanto, sob constante vigilância pela CIA.

Mike é constantemente monitorado por satélites espiões. 

Apesar de tudo isso apontar para um pesadelo de estado policial opressivo, o filme serve aos telespectadores uma divertida versão da CIA para maiores de 13 anos.

A CIA é Legal

Quer fazer a CIA o mais amigável e o menos ameaçador possível? Use a menina que atuou em "Crepúsculo" como uma manipuladora de controle mental e use Eric Foreman do "That 70's Show" como um diretor de programa MKULTRA.

 O agente recém-promovido da CIA Adrian Yates quer matar 
Mike usando outros escravos MK, porque ele continua querendo 
fugir da cidade. Além disso, ele é muito folgado. 

Outro agente da CIA extremamente não ameaçador é esse cara que 
estamos vendo. Aqui, ele está enviando uma selfie com uma carinha
 triste ao seu namorado porque ele queria estar em casa com ele e 
com seu pequeno cãozinho. Aaaaw :( 

A outra principal representante da CIA é Victoria Lasseter, que estava no comando do programa ULTRA de Mike. Embora ela seja responsável por destruir completamente e reconstruir o cérebro de Mike usando técnicas traumáticas, ela é retratada como uma espécie de figura de mãe carinhosa.

Nesta cena, Lasseter fala a Mike as palavras que acionam o seu
 alter-persona Delta - ativando seus magníficos poderes de super-herói 
e permitindo-lhechutar traseiros. Controle mental é tão legal. Eu 
queria ser um escravo de controle mental (não). 

Mais tarde no filme, quando Mike encontra Lasseter novamente, ele pergunta a ela:


"Você é minha mãe?" 


Essa frase é um pouco triste. Visto que Lasseter apagou sua memória e, literalmente, recebeu uma nova persona, Mike instintivamente acredita que essa agente da CIA é sua mãe.

Então ela faz um discurso explicando porque ele é especial e por que ela se preocupa com ele.


-Você se lembra quando você foi preso quando tinha 18 anos por causa do ácido? Foi quando nos conhecemos. Eu estava recrutando pessoas para um programa chamado Wisemen, que foi basicamente projetado para levar os infratores e oferecer-lhes a oportunidade para se voluntariarem... para serem uma experiência.

 - Isso foi um erro.

- Não, Mike, você deu certo. Todos as outras coisas que aconteceram, elas foram fracassos. Mas não você. Você foi um sucesso. Mas isso estava te deixando louco.

- Então você apagou as minhas memórias e f *deu com a minha cabeça. E você me deixou com uma namorada falsa.

- Eu não quero que você morra, porque eu me importo com você, certo?


O aspecto de figura materna de Lasseter refere-se a uma figura importante em programação Monarca real: A "Grand Dame" ou "Mãe da Escuridão".


"Um Grande Dame Illuminati irá ajudar os programadores garantir que o script seja dado à criança e que um surto psicótico não ocorra, fazendo com que a vítima perca a sua mente."

"Os alters Mãe da Escuridão são um importante ponto de equilíbrio para evitar que os programadores sádicos do sexo masculino matem mais crianças do que eles estão programando."

- Ibid.


Portanto, embora ela seja um "boazinha" no filme, ela representa a Grand Dame em programação Monarca, uma "figura materna", que existe simplesmente para se certificar que os escravos MK não irão completamente entrar em colapso - não porque ela os ama.

A outra figura da CIA no filme é o manipulador de Mike (e namorada) Phoebe. Embora manipuladores MK sejam geralmente sádicos, desumanos, escravos MK próprios, o filme retrata o manipulador como uma moça bonita.

Em um rápido flashback, Mike lembra de sua 
"namorada" o entrevistando como um agente da CIA.

Em suma, todo a CIA e o programa MKULTRA são suavizados e representados por pessoas amigas. Além disso, as táticas da agência de Estado policial, que são muito ilegais, anti-democráticas e contra a liberdade, são retratadas como se fossem quase normais - apenas negócios do dia-a-dia.

Yates manda um caminhão cheio de escravos de 
controle mental para saírem e matarem Mike.

A história falsa é plantada na notícia para 
justificar a perseguição contra Mike e Lasseter. 

Equipamentos FEMA são usados para
 impor a lei marcial na cidade de Mike. 

Um drone de controle remoto é enviado
 para bombardear a casa de Mike. 

Apesar de todas essas táticas, Yates falha na captura de Mike. O resultado? 
Ele é executado na floresta por seu superior. Apenas a CIA, negócios MKULTRA. 

A vida de Lasseter é poupada porque ela convence seu chefe que Mike é um grande trunfo que deve ser usado pela CIA, ao invés de ser morto.

Controle Mental é Legal 

Assim que Mike é acionado por sua Mãe da Escuridão, ele se transforma em um super-herói birrento que é capaz de usar qualquer objeto comum como uma arma. Embora seus poderes recém-descobertos confunda Mike, ele acaba os abraçando. Durante suas aventuras, ele diz coisas a Phoebe como:


"Lembro-me de cada coisa que aconteceu nos últimos 94 minutos."



"E se eu for como um robô? Com gigabytes de recuperação da memória e assim como em programação Karatê onde eu uso objetos para matar pessoas?"



"Você sabe o que um M1 Abrams é? É um tipo de tanque. Eu gostaria de 50 tipos de tanques agora."


Em um ponto Phoebe pergunta se ele se sente doente. Ele se olha no espelho, e diz:


"Não, eu me sinto meio incrível".


Em um ambiente legal e semelhante a um clube noturno, Mike diz 
que ele "se sente meio incrível". Ele, então, estranhamente sorri. Ser um 
escravo de mente controlada programado para matar pessoas é uma coisa 
"super incrível". Isso é o que Hollywood está dizendo aos jovens agora. 

Mike acaba matando todos os que cruzam seu caminho de várias maneiras hilárias (matar pessoas também é muito legal). Ele está completamente "fora de si".

Depois de ganhar tudo, Mike pede a sua namorada (manipuladora) em
 casamento na frente de um monte de policiais apontando suas armas para eles. 

Eles, então, são alvejados porque não são jovens 
rebeldes legais, eles são peões de um sistema opressivo. 

A CIA conclui que Mike ainda é utilizável. No final do filme, Mike e Phoebe estão ambos em um hotel luxuoso nas Filipinas, parece bacana e elegante.

Nós rapidamente percebemos que ambos estão em uma missão da
 CIA e que Mike foi enviado para matar pessoas. Ele ainda é um
 escravo MK e sua "esposa" ainda é seu manipulador.

Na cena final do filme, Mike enfrenta um chefe da máfia asiática. O filme, em seguida, se transforma em um desenho animado.

 Mike se transforma em Apollo Ape que mata todos à vista. 

Embora a maioria dos espectadores vá dizer: "Uau, o filme terminou de uma forma tão legal e criativa", esse final com desenhos animados implica em uma coisa importante: Mike é um escravo MK acionado em um estado dissociativo. Quando acionado, ele não pode perceber a diferença entre realidade e ficção. Em suma, apesar do "final feliz", Mike ainda não tem absolutamente nenhum controle sobre suas ações e ainda não é nada senão posse da CIA.

Conclusão

"American Ultra: Armados e Alucinados" baseia-se no programa MKULTRA da vida real, que procurou transformar civis relutantes em escravos de controle mental. Embora o controle mental utilize as técnicas de tortura mais atrozes conhecidas na história e faz a tarefa terrível de transformar um ser humano em um escravo sem mente, "American Ultra" suaviza todo o processo. Ele evita a maioria das coisas terríveis quando se concentra na diversão e mostra um super-herói matando pessoas. As crianças adoram isso. Embora alguns espectadores possam pensar que o filme terminou bem e que os "mocinhos" ganharam, a realidade é que eles testemunharam um infomercial estranho para o controle mental.

"American Ultra" é mais uma tentativa pelos meios de comunicação em fazer o controle mental uma coisa rebelde legal e glamourosa. Mas o que você espera? Se a CIA não tem problemas em fazer lavagem cerebral em americanos num estado de escravidão mental, você acha que eles teriam problemas com a tentativa de lavagem cerebral no público com suas mensagens subversivas? MKULTRA é sobre lavagem cerebral em indivíduos, "American Ultra" é sobre lavagem cerebral do público americano.

Fonte: VC

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Melanie Martinez e o Universo Perturbador de "Cry Baby"

[ domingo, 3 de abril de 2016 | 59 comentários ]

Se você já ouviu falar sobre Melanie Martinez, você provavelmente já deve ter se espantado com sua imagem excêntrica, dark, com grandes doses de melancolia, e extremamente infantil - um cruzamento bizarro entre Lana Del Rey e Miley Cyrus. Seus videoclipes são repletos de simbolismos ambíguos e imagens perturbadoras que ultrapassam os níveis da insânia. No entanto, um olhar mais profundo sobre seu trabalho e carreira revela que Melanie Martinez não é simplesmente uma artista que "se vestiu" de um personagem "infantil e melancólico". Sua imagem é apenas mais um produto do controle mental monarca na indústria.

Melanie Martinez é uma artista relativamente nova na indústria da música. Tornou-se conhecida a partir da terceira edição americana do programa de talentos The Voice, em 2012, quando impressionou os jurados do programa com um cover da música "Toxic" de Britney Spears. Embora ela não tenha sido a vencedora daquela edição, sua participação entre os finalistas foi o suficiente para despertar bons/maus olhares sobre ela, tanto do público, quanto dos altos chefes da indústria. A repercussão de sua participação no The Voice fez com que ela logo lançasse um EP e, em seguida, seu primeiro álbum, um pouco mais de um ano após sua participação no programa e, ainda, obtivesse um contrato com a Atlantic Records, da WMG (que, por coincidência, é o lar de vários artistas Illuminati).

O resultado não foi diferente, assim como uma grande parte dos artistas, Melanie Martinez revelou um alter-ego (ou alter-persona) já no início de sua carreira, sobre o qual ela mesma falou abertamente várias vezes. Ela descreve seu alter-persona como sombrio e ao mesmo tempo infantil, uma mistura de luz e trevas; seu lado imperfeito. Como já sabemos, a criação de alter-personas é o produto final do controle mental baseado no trauma. (se você não souber sobre o que estou falando, leia primeiro sobre o controle mental monarca neste artigo aqui). A maioria dos artistas mainstream da atualidade, em algum ponto ou outro de suas carreiras, são submetidos ao controle mental monarca para serem forçados a promover a Agenda da elite, ou qualquer outra agenda específica, por meio de sua música e imagem.

Embora Melanie Martinez pareça dispor de bastante autonomia para escrever suas músicas e trabalhar na conceitualização de seu álbum, ela, assim como os demais artistas, não tem controle sobre o que será feito depois com a letra de suas canções, com os vídeos de divulgação e com sua imagem. Seus clipes estão repletos de referências simbólicas ocultas altamente perturbadoras, que atestam a existência de "mãos escondidas" trabalhando para a profusão da Agenda da elite (que inclui o controle mental monarca) por trás de seu trabalho.

Cry Baby - O Alter-Persona

Segundo Melanie, o seu primeiro álbum, intitulado "Cry Baby" (Bebê Chorona), é apenas sobre a história de uma garotinha chorona (ela mesma). Ela explica que quando criança chamavam-na de "crybaby", então esse álbum seria uma espécie de versão musicalizada e "açucarada" da história de sua infância. Porém, ao analisarmos os simbolismos perturbadores presentes nos vídeos, o álbum ganha um significado alternativo. Ele não parece ser exatamente sobre a história de uma infância, mas sobre a história de uma garota sendo inescrupulosamente programada e traumatizada por manipuladores MK durante a infância e sobre seu alter-persona (chamado Cry Baby), que possui um lado sombrio, infantil e melancólico. Ela mesmo fala sobre a dualidade de seu álbum e como Cry Baby representa sua parte escura.


É extremamente inspirado na minha infância [o álbum] – todos os nomes das músicas são relacionados com crianças ou bebês, excluindo o fato de que é bastante explícito e muito obscuro. Foi muito legal brincar com o contraste entre claro e escuro. 


Cry Baby é um álbum conceitual; é a história da vida de uma garotinha, Cry Baby. Quando era criança, me chamavam muito de Cry Baby – eu sempre levava as coisas para o lado pessoal e chorava por tudo! Essa personagem é como se fosse uma versão minha de conto de fadas, mas não uma versão princesa perfeita; ela representa a minha parte imperfeita, escura e louca.


No palco, ela confessa encarnar seu alter-persona para suas apresentações. Isso lembra bastante Beyoncé e sua Sasha Fierce.


“É com certeza a Cry Baby no palco. É sempre ela contando sua história para o público, não eu.”

 Fonte


Mas Cry Baby não é apenas um personagem maluco, ela é de fato parte intrínseca de Melanie, assim como um alter que mora em sua mente.


“Eu sou a Cry Baby e não tenho como me desligar dela".


Uma das características mais notáveis de Melanie Martinez é seu cabelo pintado meio a meio. Quando ela chegou ao programa The Voice em 2012, ela já tinha esse estilo de cabelo, que foi provavelmente mantido por seus manipuladores mais tarde, porque se encaixou perfeitamente com o que ela haveria de se tornar: uma "boneca" de "mente dividida", em outras palavras, um escravo MK com personalidade múltipla.

Embora ela já tivesse esse cabelo há muito tempo, ele foi provavelmente
mantido porque se encaixou perfeitamente no conceito de alter-persona:
 um escravo MK de mente fragmentada.

Mas não é só isso. Os vídeos e as letras de música do primeiro álbum de Melanie Martinez, "Cry Baby", estão cheios de referências perturbadoras ao trauma e ao abuso, o que implica que Cry Baby é, de fato, seu alter-persona, produto do controle mental baseado no trauma, ao qual ela foi provavelmente submetida (talvez até muito antes de entrar na indústria), e o álbum não é sobre a história de sua infância, mas histórias de trauma vividas por uma vítima MK.

O Álbum

Para promover seu álbum, Melanie Martinez tem lançado vídeos para todas as músicas. Cada vídeo lançado até agora descreveu um aspecto do controle mental, e os títulos e as letras de quase todas as músicas do álbum ou faz alguma alusão ou é uma palavra gatilho de controle mental. Embora ainda não tenhamos um vídeo para cada música do álbum, os seis primeiros já são suficientes para termos uma pequena dimensão do universo perturbador do controle mental monarca de "Cry Baby".

Cry Baby 

"Cry Baby" também é o nome da primeira faixa do álbum. A música é na verdade a apresentação de seu alter-persona (Cry Baby) e suas características: um alter infantilizado, traumatizado, triste e de mente perturbada, lutando com seus conflitos internos, além da relação escravo-manipulador MK com sua mãe abusiva. Resumindo: a vida de um típico escravo MK de controle mental baseado no trauma. Embora a canção "Cry Baby" seja o tema de abertura, seu vídeo foi lançado apenas recentemente. No entanto, ele contém indícios fortes que apontam para o controle mental baseado no trauma.

No vídeo, vemos Cry Baby vindo ao mundo com a ajuda de um parteiro usando uma máscara de coelho branco, uma referência clássica a "Alice no País das Maravilhas" que é, consequentemente, uma referência simbólica ao controle mental monarca.

Cry Baby nasce com a ajuda de um coelho branco. 
Não há maneira mais criativa de representar o nascimento 
de um alter-persona no mundo do controle mental.

Visto que Melanie Martinez disse que ela é a própria Cry Baby, podemos interpretar essa cena como sendo a Melanie real sendo trazida ao mundo do trauma, dissociação e controle mental. Em outras cenas, Cry Baby é vista mentalmente perturbada, autodestrutiva e extremamente melancólica. A cantora diz que tudo isso foi criado a partir de situações vividas por ela mesma, porém essas situações também são normalmente vivadas por escravos MK, vítimas de abuso.

O rosto triste de um escravo MK, vítima de abuso físico e psicológico.
Escravos de mente controlada são de fato "bebês chorões".

Outro aspecto importante que a história do vídeo faz questão de frisar é relação fria que a mãe de Cry Baby mantém com ela desde seu nascimento. Ela simplesmente não se importa com sua filha, gerando a partir daí um ambiente traumático para se criar uma criança. 

Sua mãe tem uma relação bastante abusiva com 
ela, agindo como um perfeito manipulador MK.

Na letra da canção, ela não deixa confundir que seu alter Cry Baby é um com ela mesma:


Eu olho para você e vejo eu mesma.
Eu te conheço melhor do que ninguém. 
Eu tenho a mesma torneira nos meus olhos, 
Então suas lágrimas são minhas.


Mas as coisas vão piorando no decorrer do álbum. Enquanto a faixa "Cry Baby" é apenas sobre o nascimento e a apresentação de seu alter-persona (ou ela mesma) traumatizada e mentalmente perturbada, as demais faixas do álbum vão mais adiante dentro do triste mundo de trauma sofrido por um escravo de controle mental.

Dollhouse

Na próxima faixa do álbum, "Dollhouse" (Casa de Boneca), conhecemos os membros da família de Cry Baby, que é totalmente conturbada e desestruturada - uma mãe alcoólatra, um pai infiel e um irmão drogado. A letra da música aborda esse assunto e o vídeo se passa dentro de uma casinha de bonecas. De fato, escravos MK geralmente provêm de lares traumáticos ou sofreram diversos tipos de abuso na infância, mas o título da música é ainda mais sugestivo, pois "casa de boneca" é um elemento frequentemente usado na programação de controle mental real de crianças.

A boneca representando Melanie Martinez dentro 
de uma casa de boneca aparece logo no início do vídeo.

Casas de bonecas é um cenário bastante significativo em termos de controle mental porque devido ao trauma intenso, escravos monarcas são encorajados a se dissociar da realidade para escapar da dor causada pelas torturas que precisam resistir. A casa de boneca é uma representação do "mundo de faz de conta" para onde as vítimas fogem quando a dissociação ocorre. 

"Dollhouse" é sobre o mundo interno de Melanie Martinez. No vídeo
 ela é retratada como uma boneca (marionete) dentro de uma casa de 
bonecas. O lugar para onde ela foge a fim de escapar do trauma
 do lar extremamente abusivo em que vive.


Nas primeiras programações, uma garotinha enquanto era torturada seria mostrada uma casa de bonecas cheia de cômodos. 

[...]

Cinco crianças cada uma dada o mesmo script de Alice no País das Maravilhas irão cada uma usar o script de forma diferente durante a programação. O programador pega a criatividade própria da criança e trabalha com essa criatividade única. A criança deve criar as imagens por si mesma, se a programação for para se manter. Não vai funcionar se as imagens forem de outra pessoa. A criança organiza o seu mundo interno para atender suas próprias experiências, como castelos, caixas, salas e casas de bonecas.

[...]

Joseph Mengele e os programadores que trabalhavam com e sob ele usaram uma grande casa de bonecas com 26 quartos. [...] A casa de boneca era usada para incutir na mente da criança os compartimentos do computador.

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula Used To Create A Total Mind Controlled Slave


Outros vídeos de música pop já mostraram artistas Illuminati dentro de casinhas de boneca. Todos com a mesma velha temática do controle mental MK.

Jessie J "Price Tag", outro vídeo sobre controle mental MK.

Gwen Stefani "What You Waiting For?"
 é sobre "Alice no País das Maravilhas".

Em "Dollhouse", Melanie Martinez é uma boneca dentro de uma casinha de bonecas, cujo quarto está repleto de outras bonecas desmembradas, um simbolismo clássico na cultura MK, representando a impotência e o estado mental fraturado das vítimas. 

Como uma boneca sem vida, Melanie Martinez tem um colar 
formado com braços de boneca. Que tipo de criança faria isso?

Cabeças de bonecas sem olhos sobre a penteadeira.

Imagem postada em seu Instagram Oficial. Por quê?
 Isso não tem nada a ver com infância, isso é 100% MK.

Isso lembra esta foto tirada no Baile Illuminati da Família Rothschild
 em 1972. Isso não tem nada a ver com infância, isso é 100% MK.

Mas as coisas ainda nem começaram a esquentar no mundo de Cry Baby. "Dollhouse" é apenas uma apresentação do ambiente traumático em que ela vive. Ela ainda vai ser levada a sofrer todos os tipos de trauma e abuso no decorrer do álbum, como parte da programação normal de um escravo MK.

Sippy Cup

Na próxima faixa do álbum, "Sippy Cup" (Mamadeira), continuamos nosso tour ainda dentro da "casinha de boneca" da Cry Baby, ou Melanie Martinez, a qual começa a ser horrivelmente traumatizada por sua mãe alcoólatra e psicopata. Trauma é indispensável para que haja dissociação no controle mental... então pode ter certeza que você verá isso acontecer ad nauseam nesse vídeo.

Numa bela noite, a mãe alcoólatra de Cry Baby flagra a traição de seu marido e decide matá-lo junto com a amante. Essa seria a "história oficial" da música e do vídeo. No entanto, quando analisamos por outro ângulo, vemos que todo esse cenário pode ter sido armado única e exclusivamente para traumatizar a menina como parte de sua programação.

A mãe de Cry Baby amarra os dois sob um piso quadriculado, 
um símbolo sempre presente em temáticas de controle mental.

Usando uma faca, ela os mata da maneira mais sádica 
que existe, e não parece demonstrar nenhum remorso.
Essa cena representa o sadismo de muitos manipuladores.

Ela cobre os corpos estendidos sobre o piso quadriculado, 
o cenário perfeito para se traumatizar uma criança.

A seguir, vemos cenas horríveis de trauma que são também vivenciadas por escravos MK reais.

Cry Baby perde o controle quando vê a cena e agora também 
corre perigo. Não deve existir nada mais traumatizante para 
uma criança do que ver uma cena daquelas.

Forçada a calar a boca, sua mãe a coloca para dormir.

Amarrada na cama. Todas essas cenas imitam o 
trauma e o abuso sofridos por um escravo MK.

Forçada a ingerir alguma coisa para 
se dissociar. Deus que me livre!

O resultado disso é uma menina totalmente perturbada por não
 aguentar tanta tortura, ela se lambuza com o batom vermelho, 
 simbolizando a sexualização precoce das crianças.

Observe também como a letra da música "Sippy Cup" diz coisas terríveis e pode ser interpretada sobre o ponto de vista do sofrimento de um escravo MK, que sofre todos os tipos de abusos psicológicos, físicos, sexuais (sangue, sexo, crianças depressivas) e ainda são forçados a ingerir substâncias alucinógenas (xarope em uma mamadeira?) para se dissociarem.


O sangue ainda continua quando os lençóis são lavados 
Sexo não dorme quando as luzes estão apagadas 
Crianças continuam depressivas quando você as veste 
E xarope continua sendo xarope em uma mamadeira


Mas as coisas não param por aí, nossa garota é levada a mais uma sessão de trauma.

Carousel

A próxima faixa do álbum é "Carousel" (Carrossel). Saindo de sua casinha de bonecas, somos levados a um passeio [traumático] num parque de diversões sombrio, cujo objetivo final é fazer Cry Baby andar sozinha de carrossel. Por quê? Há um motivo para isso. O que muitos talvez não sabem é que "carrossel", assim como "casa de boneca", é outro elemento utilizado na programação monarca para causar dissociação em crianças.


"O brinquedo carrossel é para lembrar a criança da dissociação e do carrossel interno embutido na mente". 

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula Used To Create A Total Mind Controlled Slave


O vídeo de "Carousel", portanto, não é sobre uma decepção amorosa, mas sobre o controle mental baseado no trauma em outro estágio: o passeio de uma garotinha nas mãos de manipuladores sádicos que precisavam traumatizá-la a qualquer custo, e desta vem em um carrossel.

O vídeo começa com este guarda do parque, com o rosto mascarado.
 Ele carrega um guarda-sol dualístico preto e branco, implicando
 que ele é mais um manipulador MK.

Há dualidade preto e branco por todo lado, pois isso é altamente
 usado em controle mental. A seta aponta para a dissociação. Embora 
Cry Baby não tenha estatura suficiente para ir no brinquedo, como
 adverte a placa, ela será permitida mesmo assim, pois é necessário.

Vemos nesta cena, uma vitrola, um disco hipnótico 
preto branco, mais um gatilho de controle mental.

Seduzido por um rapaz adulto, esta cena torna-se perturbadora 
visto que ela está retratada aqui como uma criança inocente. Mais um
 passo na agenda da sexualização precoce das crianças e da pedofilia.

Deslumbrada, ela começa a levitar, totalmente hipnotizada pelo rapaz.
Mas ele está sendo apenas usado para fazê-la chegar ao carrossel.

Ele lhe entrega um bilhete, que também tem uma roda hipnótica,
 como se fosse um bilhete de "entrada" à dissociação no carrossel.

O carrossel está adornado por borboletas, 
outro símbolo associado ao controle mental.

A história que parecia um romance tornou-se um pesadelo, pois o rapaz estava apenas sendo usado para seduzi-la e deixá-la "hipnotizada" por alguns instantes, a fim de conduzi-la até o carrossel, e dar, então, início à sessão de trauma e tortura no brinquedo.

Sentindo-se enganada, ela é amarrada ao
 carrossel para sofrer mais trauma e dissociar-se.

Enquanto ela gira tentando escapar, o guarda mascarado
 aponta o dedo pra ela, como se estivesse rindo da situação.

Como se o trauma ainda não fosse o suficiente, eles apagam 
as luzes do parque e deixam ela voltar sozinha no escuro. 
Não existe nada mais traumatizante para uma criança.

O simbolismo no vídeo "Carousel" é gritante, para aqueles que o conhecem, e mostra como Melanie Martinez foi levada a passar por mais situações de trauma. As demais músicas e vídeos do álbum "Cry Baby" também estão cheias de referências ao controle mental baseado no trauma.

Outros Vídeos e Músicas

Em "Soap", o próximo vídeo do álbum, vemos Cry Baby abrindo a torneira para tomar apenas um banho, mas acabamos nos deparando com o resultado final de tanto abuso - uma garota dissociada, traumatizada e fragmentada.

Esta é a expressão de quem não aguenta mais tanto trauma.

Já no vídeo para a música "Pity Party", vemos mais uma vez Melanie Martinez passando por situações traumáticas na pele de Cry Baby. Ela decora a casa inteirinha para sua festa de aniversário, mas ninguém comparece. Resultado: mais trauma.

Como resultado, ela tem um ataque de nervos e destrói toda 
sua festa no estilo Miley Cyrus. Um comportamento típico de
 um escravo MK autodestrutivo.

A saga de vídeos do álbum "Cry Baby" ainda não está completa. Melanie Martinez ainda lançará os vídeos para as demais canções do álbum. No entanto, a letra de todas as demais canções são perturbadoras o suficiente que não é necessário nem de mais vídeos para entendermos o seu significado subjacente. Além disso, o título de todas essas músicas remetem a um aspecto do controle mental, como Dollhouse (Casa de boneca), Carousel (Carrossel) ou Mad Hatter (Chapeleiro Maluco) ou algo relacionado à infância, que, consequentemente, está relacionado à programação de crianças no controle mental MK.

A última faixa do álbum, "Mad Hatter" (Chapeleiro Maluco) faz referência ao controle mental novamente quando menciona Alice, a toca do coelho e sua mente fragmentada.


Onde está a minha receita? 
Doutor, doutor, por favor, ouça 
Meu cérebro, despedaçado 
Você pode ser Alice, eu vou ser o Chapeleiro Maluco


É dessa maneira que Melanie Martinez termina o álbum - com o cérebro despedaçado após sofrer trauma severo, que é parte indispensável da programação monarca.

Em suma, os vídeos de Melanie Martinez em "Cry Baby" estão exaustivamente repletos de simbolismos e contam a história da programação de uma garota (Melanie Martinez sendo representada nos vídeos pelo seu próprio alter Cry Baby) sofrendo trauma e abuso no lar e nos lugares por onde ela passa. As músicas são perturbadoras, os vídeos são perturbadores e tudo isso tem um motivo, não é apenas arte,  é controle mental.

Não apenas os vídeos, mas as fotos postadas por Melanie Martinez na web estão quase sempre relacionadas à cultura MK.

Melanie sendo retratada como uma boneca de cordas. 
Essa é uma das maneiras favoritas da elite de mostrar 
seu controle sobre seus escravos MK.

 Orelhas de coelho, uma das principais referências
 ao controle mental. Siga o coelho branco!

 Fazendo o velho e onipresente sinal do um olho.

 De novo.

Com uma borboleta monarca, o principal símbolo
 associado ao controle mental. Resta alguma dúvida?

Conclusão

O álbum de Melanie Martinez "Cry Baby" é basicamente sobre as experiências de trauma de um escravo MK no mundo perturbador do controle mental. Embora ela seja uma artista relativamente nova na indústria, ela é uma das que mais têm difundido simbolismos de controle mental em sua música. É até mesmo cansativo para a vista assistir aos seus vídeos. Enquanto muitos tentam justificar que ela só está se vestindo em um personagem excêntrico e infantil, ninguém consegue explicar o porquê de brinquedos quebrados, mãos atadas no carrossel ou coelhos parteiros. As respostas que obtemos são sempre vagas, mas quando colocamos o contexto à luz do controle mental monarca, as coisas fazem mais sentido.

Cry Baby é o alter infantil de Melanie Martinez, produto do controle mental baseado no trauma, ao qual ela foi provavelmente submetida quando entrou na indústria (ou talvez antes). Quando ela escreveu essas canções, é possível que ela estivesse pensando em outras coisas, mas quando teve que passar por "eles", as letras podem ter sido mudadas e sua imagem e seus vídeos foram totalmente adaptados para se encaixarem melhor na Agenda Illuminati do controle mental, e esse foi o resultado: uma garota depressiva e mentalmente perturbada - o retrato de um escravo MK real chorão. Só que uma vez que você entra nesse mundo, não adianta mais chorar.

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